A série de sabatinas realizada pela Rede Globo colocou seis candidatos à Presidência da República frente a frente com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli ao longo de uma semana.
H2: Os primeiros entrevistados: Zema e Caiado O ciclo de entrevistas começou com Romeu Zema (Novo), que demonstrou nervosismo e enfrentou 13 interrupções da bancada, defendendo pautas como anistia a Bolsonaro e oposição à obrigatoriedade de vacinas. Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) lidou com cerca de 40 tentativas de interrupção, evitou detalhar planos econômicos e propôs a criação de uma força policial sul-americana unificada contra o narcotráfico.
H2: Propostas radicais e embates intensos Renan Santos (Missão) defendeu o desenvolvimento de armas nucleares para garantir a soberania do Brasil e alinhou seu discurso à premissa de combate rigoroso à criminalidade. Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu sua participação respondendo sobre as investigações envolvendo seu filho e aproveitou para resgatar episódios da Operação Lava Jato, protagonizando momentos de forte tensão com os apresentadores ao rebater questionamentos sobre a economia e estatais.
H2: Estreias e tecnologia na reta final Em sua primeira sabatina ao vivo como candidato presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) foi pressionado sobre financiamentos e relações privadas, além de defender a gestão ambiental do governo anterior. Fechando o ciclo, Augusto Cury (Avante) focou suas propostas na digitalização da máquina pública, no uso de inteligência artificial e na ampliação da telemedicina no SUS.
O próximo passo decisivo para a corrida eleitoral será o debate marcado para o dia 14 de setembro, reunindo os principais postulantes ao Palácio do Planalto.
