O corpo de Guilherme Mangrich, de 23 anos, foi encontrado na noite de terça-feira (3) no rio Itajaí-Açu, nas proximidades do ferry-boat em Navegantes. O jovem, que residia na cidade, estava desaparecido desde a madrugada de sábado (31), quando foi visto pela última vez no Centro de Itajaí.
Trabalho das autoridades
Imagens obtidas mostram a área isolada pela Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) e a atuação da Polícia Científica no local. O rabecão da Polícia Científica estava estacionado nas margens do rio.
Confirmação da morte
A confirmação da morte de Guilherme foi feita pelo deputado estadual eleito Osmar Teixeira (Podemos), que entrou em contato com a noiva do jovem e está em comunicação com a família. O deputado expressou a tristeza pela notícia, afirmando: “E agora, lamentavelmente, chega essa triste notícia da morte do Guilherme.”
Desaparecimento e buscas
Guilherme estava em um bar com a noiva e amigos no Centro de Itajaí, conforme boletim de ocorrência registrado pela família. Após a saída, sua noiva retornou para casa, mas ele não apareceu mais. A última localização de seu celular foi registrada por volta das 2h de sábado, próximo à praça da Escola Salesiano, e após esse horário, o sinal não pôde mais ser rastreado.
Durante os dias de busca, a família recebeu diversas informações sobre possíveis avistamentos do jovem. Um vendedor ambulante alegou ter visto Guilherme caminhando pela Praia do Atalaia, enquanto um pescador relatou ter visto o jovem próximo ao farol de Navegantes no sábado, por volta das 22h. No entanto, nenhum dos relatos levou ao seu paradeiro.
Desespero da família
Na segunda-feira (2), a família de Guilherme gravou um vídeo pedindo ajuda, onde o pai expressou seu desespero, afirmando que não sabiam mais a quem recorrer. “Ele tem que estar vivo”, declarou o pai no apelo.
Guilherme trabalhava como atendente de uma ótica no Centro de Itajaí e era também escritor, com contos publicados em antologias literárias. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.
