O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a declarar que uma perícia oficial não apontou nenhuma irregularidade no patrocínio privado de R$ 61 milhões destinado ao filme “Dark Horse”. O montante foi viabilizado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, sem a utilização de recursos públicos.
H2: Críticas ao governo atual e comparações financeiras
Durante entrevista recente, o senador enfatizou que o processo ocorreu sem qualquer repasse de verbas estatais ou o uso de mecanismos como a Lei Rouanet. Na visão do candidato, o caso está totalmente esclarecido e encerrado.
Em contrapartida, Flávio Bolsonaro apontou questionamentos sobre a atuação da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a instituição financeira. Segundo ele, o atual governo acumula pontos que exigem transparência pública, envolvendo figuras do alto escalão e aliados políticos.
H2: Propostas para segurança pública e educação
Mudando o foco para sua plataforma de governo, o candidato abordou medidas drásticas contra a criminalidade. Ele reiterou o plano de integrar o país ao chamado “Escudo das Américas”, uma iniciativa de cooperação internacional na América Latina, Central e do Norte voltada para o combate implacável ao narcotráfico.
Além disso, o político reafirmou a intenção de classificar formalmente facções como o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações terroristas ou criminosas. No campo educacional, defendeu a inclusão de disciplinas como educação financeira e empreendedorismo, criticando o que chamou de viés ideológico nas salas de aula.
Por fim, o parlamentar ressaltou que a produtora responsável pelo longa-metragem realizou a prestação de contas de forma regular perante a Justiça, reforçando que a checagem técnica atestou a total legalidade e a ausência de dinheiro público na produção cinematográfica.
