A coligação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva protocolou uma representação formal na Justiça Eleitoral exigindo a cassação do registro e a inelegibilidade do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, sob a acusação de recebimento de doação vedada.
H2 Motivos da Ação Eleitoral A medida jurídica foi tomada logo após a participação de Flávio Bolsonaro na tradicional Festa do Peão de Barretos, localizada no interior paulista. Na ocasião, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, convidou o postulante ao Planalto para subir ao palco, episódio classificado pela chapa petista como um verdadeiro comício político disfarçado.
H3 Acusação de Financiamento Irregular Segundo a acusação apresentada, o ato contou com uma estrutura de grande porte financiada por empresas privadas, o que configuraria financiamento empresarial indevido e doação indireta de fonte proibida pela legislação eleitoral.
Durante o evento no interior paulista, Flávio interagiu com o público presente, pediu votos e apresentou suas propostas voltadas para o setor do agronegócio e para a defesa da família, declarando-se publicamente como futuro presidente do país.
H3 Desvirtuamento de Evento Cultural Para a coligação do atual governo, a presença do candidato não ocorreu de maneira espontânea, mas tratou-se de uma estratégia previamente organizada que transformou um festival cultural, artístico e esportivo em propaganda eleitoral irregular, realizada inclusive durante o intervalo da programação e em bem de uso comum. A defesa do candidato do PL ainda não se manifestou sobre o caso.
