A declaração foi feita em uma reportagem publicada pela revista britânica no domingo (29). Segundo o texto, ele se afasta cada vez mais dos pensamentos defendidos pelos Estados Unidos e ganha uma afinidade cada vez maior com nações como a China e o Irã.
A publicação ainda critica uma aparente falta de esforço de Lula para estreitar a relação com os EUA, desde que Trump assumiu o cargo, e a falta de diálogo com Milei, da Argentina.
“A fraqueza no cenário mundial é agravada pela queda na popularidade de Lula em casa”, disse a reportagem.
A “The Economist” encerra sua matéria apostando que um candidato escolhido por Bolsonaro (PL), que está inelegível, pode vencer as próximas eleições.




