Segurança de escola preso por tentativa de homicídio em Blumenau

Um homem de 29 anos, identificado como Guilherme dos Santos Rosa, foi preso após invadir uma residência em Blumenau e atacar uma menina de 12 anos enquanto ela dormia. O incidente ocorreu no bairro Fortaleza na madrugada de domingo, dia 4.

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De acordo com informações da Polícia Civil, Guilherme entrou na casa após encontrar a porta aberta, sem ter qualquer ligação com a vítima ou sua família, embora residisse nas proximidades.

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A menina acordou com o invasor em cima dela, sufocando-a com as mãos. Em meio ao desespero, ela tentou gritar, mas ele tampou sua boca. O pai da vítima, que estava em outra parte da casa, ouviu os gritos e correu para o quarto, onde encontrou Guilherme sobre sua filha. Ele agiu rapidamente e, com socos, conseguiu afastar o homem da menina. A mãe, que havia tomado um sedativo, acordou com o barulho e, ao ver a cena, retirou a filha do local e chamou a polícia.

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Quando a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) chegou ao local, o pai ainda estava segurando Guilherme. A menina apresentava marcas visíveis no pescoço e foi atendida pelos Bombeiros, sendo liberada no local após os cuidados.

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Durante a revista, os policiais encontraram no bolso das calças de Guilherme um top, que a mãe da menina identificou como sendo da filha, e uma calcinha preta que pertenceria a uma amiga da menina. Ambas as peças foram apreendidas para investigação.

Detalhe específico

O invasor, que apresentava ferimentos no rosto e teve o nariz fraturado ao ser contido pelo pai da menina, foi levado ao Hospital Santo Antônio. Após receber atendimento, foi encaminhado à delegacia.

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Na delegacia, Guilherme afirmou que havia passado a noite bebendo e estava em um estado emocional abalado devido à separação de sua esposa e à distância do filho, confessando que pensou em tirar a própria vida e levar mais alguém junto. Ele não possuía antecedentes criminais e foi preso em flagrante por tentativa de homicídio, além de a PMSC registrar o caso como tentativa de estupro de vulnerável. Por sua vez, a escola onde trabalhava como segurança afastou-o imediatamente, assegurando que o incidente ocorreu fora do ambiente escolar e sem relação com suas atividades na instituição. A Polícia Civil continua a investigação.