ND – A influenciadora Potira Ribeiro foi presa pela Polícia Civil de Santa Catarina durante um mandado de busca e apreensão na residência dela em São Paulo. O caso aconteceu na última semana.
Segundo o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a mulher teria cometido crimes contra integrantes do Poder Judiciário catarinense durante as investigações sobre o caso do cão Orelha, morto na Praia Brava, em Florianópolis, no início do ano.
Ainda de acordo com o TJSC, o Ministério Público de Santa Catarina foi favorável à medida — que foi autorizada pelo juiz de garantias.
A medida inicial seria apenas um mandado de busca e apreensão, mas pela reação de Potira, a mesma foi encaminhada para a Delegacia de Guarulhos, na Grande São Paulo. Após os procedimentos, ela foi liberada.
Influenciadora aparece como ativista do Caso Orelha
Nas redes sociais, Potira apresentou uma versão diferente. Em vídeos publicados no Instagram, ela acusa os policiais de agressão física e verbal durante o cumprimento da ordem judicial.
“Eu tinha acabado de sair do banho quando a campainha tocou. Eles gritavam que eram da polícia. Fiquei apavorada”, afirmou. Segundo ela, não houve resistência e, ainda assim, a abordagem teria sido truculenta. “Foi a coisa mais horrível que eu já vivi”, declarou.
Em suas publicações, ela afirmou que apenas reproduziu informações já divulgadas por veículos de imprensa e entrevistas. “Tudo que compartilhei foi dito pelos envolvidos”, escreveu.
Sobre detalhes dos crimes e quais membros do Judiciário teriam sido alvo das condutas suspeitas por parte de Potira, o TJSC não deu mais informações.
Até o momento, não houve manifestação pública do tribunal sobre as acusações de agressão feitas pela influenciadora.




