Em Florianópolis, a ação, coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), mobilizou diversos órgãos de fiscalização sanitária, incluindo o Serviço de Inspeção Municipal de Florianópolis (SIM-Fpolis), a Vigilância Sanitária, a Cidasc, o Mapa e a Polícia Civil.
Foram fiscalizados estabelecimentos em diferentes regiões da cidade. Em um restaurante tradicional no sul da Ilha, chamaram a atenção dos órgãos de fiscalização as condições estruturais e higiênico-sanitárias precárias, além da grande quantidade de pescado clandestino encontrada no local. Outros restaurantes e peixarias fiscalizados também apresentaram irregularidades, como falhas na manipulação de alimentos, manutenção deficiente das instalações e comercialização de produtos sem comprovação de origem.
Mais de meia tonelada de alimentos impróprios para o consumo humano foi apreendida e inutilizada. Um dos estabelecimentos acabou interditado por não atender aos requisitos sanitários mínimos, e demais locais foram autuados, recebendo penalidades por problemas estruturais, condições higiênico-sanitárias inadequadas e comercialização de produtos sem procedência comprovada.
As ações de fiscalização integram o Programa Jurídico-Sanitário de Produtos de Origem Animal (POA), coordenado pelo Ministério Público de Santa Catarina desde 1999. O Programa possui grande relevância para adequar os estabelecimentos às normas sanitárias e proteger a saúde do consumidor.




