O prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), confirmou que deixará o cargo no próximo dia 2 de abril, quando ocorre a renúncia oficial e a posse da vice-prefeita Rejane Gambin (Novo) no comando da prefeitura. Silva, que se prepara para integrar a futura chapa do governador Jorginho Mello (PL) como candidato a vice, destaca que o foco neste momento é organizar a sucessão no município. Adriano explicou que pediu ao governador um período para se dedicar exclusivamente ao processo de transição administrativa em Joinville antes de mergulhar nos temas ligados à pré-campanha estadual.
Pré-campanha
Sobre a estratégia eleitoral, o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), disse que ainda não houve definição sobre como será sua atuação na campanha ao lado do governador Jorginho Mello (PL). Tradicionalmente, candidatos a governador e vice costumam dividir agendas ou percorrer o Estado juntos durante a campanha. No entanto, o prefeito afirmou que esse formato ainda será discutido. “A ideia é que, depois, ali na primeira semana de abril, a gente sente com o time e comece a organizar qual vai ser o meu papel e como vamos seguir”, explicou. Antes de sair, ele pretende concluir algumas entregas.
Relação com o PL
O prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), também comentou sobre a relação com o PL em Joinville. Segundo ele, os conflitos ocorreram com parlamentares específicos e não com o partido. “Com o PL, eu nunca tive problema. Tivemos divergências com dois vereadores, mas não com o partido. Inclusive já percebemos uma mudança de postura de parte da bancada e aproximação em votações recentes”, disse. Sobre a candidatura do vereador Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, Adriano afirmou que respeita a decisão do partido e destacou que caberá ao eleitor catarinense avaliar os nomes que disputarão a vaga.




